Forças Armadas deflagram Operação Atlântico III
A Marinha, o Exército e a Força Aérea desenvolverão a partir
da próxima semana, de 19 a 30 de novembro, a Operação Conjunta Atlântico
III, que conta com coordenação do Ministério da Defesa e terá foco nas
linhas de comunicação marítima das regiões Sul e Sudeste, assim como na
defesa de estruturas estratégicas, como portos, refinarias e usinas
hidrelétricas e nucleares.
Segundo uma nota oficial do Ministério da Defesa, a operação
abrangerá a área marítima dentro da Amazônia Azul e parte do território
nacional, envolvendo cerca de 10 mil militares das três Forças Armadas,
que atuarão em atividades de apoio à população e adestramentos nos
estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio
Grande do Sul.
A Operação Atlântico III utilizará sete navios de guerra, dois
submarinos, sete helicópteros, quatro aviões de combate, cinco de
patrulha e cinco de transporte, além de 200 veículos do Exército.
A chamada área do pré-sal, incluída dentro da Operação Atlântico III,
se estende sobre uma faixa de 800 km de comprimento por 200 de largura
e, de acordo com os dados oficiais, abriga reservas de aproximadamente
80 bilhões de barris de petróleo.
Essa riqueza petrolífera, no entanto, representa enormes desafios
tecnológicos, já que o petróleo do pré-sal está situado a 150 km do
litoral e a uma profundidade que varia entre 5 mil e 7 mil metros.
Rio recebe terreno para autódromo, e prefeito diz querer 'roubar' F-1 de SP
Em cerimônia no local, é assinado documento que dá início a processo de transferência de terreno em Deodoro para construção de nova pista
O Ministério do Esporte e o Exército Brasileiro assinaram um documento que dá início ao processo de transferência do
terreno onde será construído o novo autódromo internacional do Rio de
Janeiro, em Deodoro, bairro da zona oeste da cidade. A área é de
propriedade do governo federal e foi revertida das Forças Armadas para o
ministério. A previsão é que o local possa receber algumas competições
em julho de 2014, mas que fique completamente pronto apenas no início de
2015. O novo circuito substituirá o Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá, desativado no fim de outubro para dar lugar ao parque poliesportivo dos Jogos Olímpicos de 2016.
Durante a cerimônia realizada no local onde será construída
a pista, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, manifestou o interesse da
cidade voltar a sediar o GP do Brasil de Fórmula 1. O Rio de Janeiro
recebeu dez provas da categoria máxima do automobilismo mundial em
Jacarepaguá entre as décadas de 1970 e 1980. No entanto, desde 1990, a
etapa brasileira é realizada em Interlagos - a corrida deste ano encerrou a temporada 2012, neste domingo, dia 25 de novembro.
- São Paulo que fique esperta porque eu quero roubar a Fórmula 1 e trazer outras provas também – prometeu.
37ª Corrida e Caminhada Sargento Ceará
Estão
abertas as inscrições para a 37ª Edição da Corrida e Caminhada Sargento
Ceará. Neste ano a corrida mais tradicional da Corporação será realizada
no terceiro domingo de dezembro - dia 16.
A largada será às 8h30 no Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), da Polícia Militar, em Sulacap.
As inscrições da corrida e caminhada devem ser feitas no através do site
ativo.com . Os policiais militares são isentos da taxa de inscrição e
devem realizá-la diretamente no CEFD.
Maiores informações através dos telefones 2333- 5752 e 3357-7810 ou pelo email cefd.p5@gmail.com
Exército Brasileiro se prepara para ter mulheres combatentes em até cinco anos
O
Exército Brasileiro se prepara para receber mulheres combatentes. Uma
lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em agosto dá à Força prazo
de até cinco anos para se preparar para integrar alunas à EsPCEx
(Escola Preparatória de Cadetes do Exército), à Aman (Academia Militar
das Agulhas Negras, escola de oficiais), em Resende (RJ), e praças
profissionais à Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações
(MG). Grupos de trabalho no Exército estão sendo formados para estudar
como se dará a entrada das mulheres combatentes na tropa.
Com a mudança, as mulheres poderão passar a entrar efetivamente em combate, portando fuzis, integrando patrulhas e missões reais de confronto e de Paz, como parte das sete Armas do Exército.
Poderão rastejar e combater a pé em qualquer terreno pela Infantaria,
embarcar em um carro de combate da Cavalaria no front, disparar um obus
da retaguarda na Artilharia, fazer contato ou guerra eletrônica com o
equipamento das Comunicações, reparar ou destruir pontes na Engenharia,
dar o apoio logístico do Material Bélico ou fazer o planejamento dos
suprimentos, na Intendência.
O Exército já tem mulheres, mas apenas no quadro complementar, em
áreas como Saúde (médicas, dentistas, enfermeiras, técnicas de
enfermagem e psicólogas, por exemplo) e em carreiras técnicas do IME
(Instituto Militar de Engenharia).
Com desempenho acadêmico destacado, a cadete do IME Clara Luz foi
enviada para estágio de um ano em West Point, academia militar dos
Estados Unidos. Ao lado de cadetes mulheres combatentes, ela também
ficou em primeiro lugar lá.
Embora haja mulheres combatentes em polícias militares pelo País
, no Exército o segmento feminino se restringe a 6.700 de seus 200 mil
integrantes, representando apenas 3,35% do total. Trata-se de uma
carreira, portanto, esmagadoramente masculina. Como comparação, o
Exército dos Estados Unidos, por exemplo, tem 14% de mulheres, o
quádruplo, proporcionalmente.
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